1º de Maio de Luta: Nas ruas contra o Congresso Nacional e rumo à greve geral pelo fim da escala 6x1
- 1 de mai.
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Atualizado: 2 de mai.
A presença do STILASP no ato político do 1º de Maio na Praça Roosevelt e na plenária realizada no Sintrajud expressa, com firmeza, o papel histórico que temos na linha de frente da luta da classe trabalhadora.
Neste 1º de Maio, as ruas de São Paulo voltaram a pulsar com a força dos trabalhadores e trabalhadoras que se recusam a aceitar a exploração como regra. O ato reuniu sindicatos de diversas categorias, mandatos políticos comprometidos com o povo, movimentos sociais e o movimento estudantil em uma unidade necessária diante dos ataques em curso.
A mobilização teve como eixo central o enfrentamento ao Congresso Nacional e a defesa do fim da escala 6x1, denunciando uma realidade de exaustão, adoecimento e retirada de direitos. Estevimos presentes não apenas como participante, mas como sujeito ativo desse processo, reafirmando que não há conquista sem luta organizada. A ocupação das ruas é uma ferramenta histórica da classe trabalhadora, foi assim que direitos foram conquistados, e será assim que novos avanços serão garantidos.
A plenária no Sintrajud reforçou essa perspectiva ao reunir diferentes setores da classe para construir unidade e estratégia de enfrentamento. Em um momento em que o Congresso Nacional se consolida como inimigo dos interesses populares votando reiteradamente contra direitos trabalhistas, sociais e previdenciários torna-se ainda mais urgente fortalecer a organização de base e a mobilização permanente.
Rechaçamos esse Congresso que governa para os patrões e vira as costas para quem, de fato, produz a riqueza deste país. Não aceitaremos retrocessos, nem a manutenção de uma lógica de trabalho que sequestra o tempo de vida da classe trabalhadora. A escala 6x1 é a tradução concreta dessa exploração cotidiana e superá-la é parte inseparável da luta pela redução da jornada e por condições dignas de vida.
Diante desse cenário de ataques, fica evidente que a mobilização permanente, embora essencial, precisa avançar para um novo patamar. É hora de intensificar o enfrentamento. A construção de uma greve geral se coloca como instrumento estratégico da classe trabalhadora organizada para pressionar o Congresso Nacional e fazer valer, na prática, a vontade popular.
A greve geral é a demonstração mais contundente da nossa força coletiva: quando a classe trabalhadora para, a produção trava, a economia sente e os de cima são obrigados a escutar os de baixo. É esse instrumento histórico que pode romper a blindagem de um Congresso alinhado aos interesses patronais e impor a aprovação imediata do fim da escala 6x1.
Construir esse caminho exige unidade real, trabalho de base enraizado e coragem política. Não se trata apenas de resistir, mas de avançar, de transformar indignação em ação concreta e organização em força material. Reafirmamos: é hora de dar esse passo, fortalecer a articulação entre os diversos setores e erguer uma resposta à altura dos ataques sofridos. Porque quando a classe trabalhadora cruza os braços, não apenas paralisa o país, ela faz a história andar.
A saída está na construção da greve geral organizada, consciente e enraizada na base, como instrumento real de pressão e conquista da classe trabalhadora.
Nos encontramos na luta!
Sindicalize-se!
Comunicação STILASP 🤝







































